Somos tão fúteis que nos importamos mesmo com a opinião daqueles que não nos importam.


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marie von ebner-eschenbachsomostãofúteisnosimportamosmesmocomopiniãodaquelesnãoimportamsomos tãotão fúteisfúteis queque nosnos importamosimportamos mesmomesmo comopinião daquelesdaqueles queque nãonão nosnos importamsomos tão fúteistão fúteis quefúteis que nosque nos importamosnos importamos mesmoimportamos mesmo comcom a opiniãoa opinião daquelesopinião daqueles quedaqueles que nãoque não nosnão nos importamsomos tão fúteis quetão fúteis que nosfúteis que nos importamosque nos importamos mesmonos importamos mesmo commesmo com a opiniãocom a opinião daquelesa opinião daqueles queopinião daqueles que nãodaqueles que não nosque não nos importamsomos tão fúteis que nostão fúteis que nos importamosfúteis que nos importamos mesmoque nos importamos mesmo comimportamos mesmo com a opiniãomesmo com a opinião daquelescom a opinião daqueles quea opinião daqueles que nãoopinião daqueles que não nosdaqueles que não nos importam

Estamos tão vaidoso que importa mesmo para a opinião daqueles que não se importam comQue fúteis cata-ventos nós somos!Julgamos-nos tão espertos, tão analíticos, tão maduros e, no final das contas, somos todos formados por medos, inseguranças e sonhos. Criticamos e condenamos aquilo que não somos, mas que nos incomoda e, se por fato tomamos a premissa, não podemos dizer que somos indiferentes.O Destino é uma espécie de pessoa, e deixa de nos ralar se mostrarmos que nos não importamos com o que ele nos faz.Pesa-nos a autoridade, atrofia-nos a disciplina, seduz-nos o hiper-criticismo por motivos fúteis, parece-nos salutar entretenimento descartar homens e destruir governos.Somos tão presunçosos que desejaríamos ser conhecidos em todo o mundo E tão vaidosos que a estima de cinco ou seis pessoas que nos rodeiam, nos alegra e nos satisfaz