Feliz que nem filho de padre


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feliznemfilhodepadrefeliz queque nemnem filhofilho dede padrefeliz que nemque nem filhonem filho defilho de padrefeliz que nem filhoque nem filho denem filho de padrefeliz que nem filho deque nem filho de padre

ã“ filho, filho, filho, filho, amoroso lírio! Filho, quem dá conselho ao meu coração angustiado? Filho de olhos alegres, filho, porque não respondes? Filho, porque te escondes do peito que te aleitou?Ó filho, filho, filho, / filho, amoroso lírio! / Filho, quem dá conselho / ao meu coração angustiado? / Filho de olhos alegres, / filho, porque não respondes? / Filho, porque te escondes / do peito que te aleitou?Ó filho, filho, filho, filho, amoroso lírio! Filho, quem dá conselho ao meu coração angustiado? Filho de olhos alegres, filho, porque não respondes? Filho, porque te escondes do peito que te aleitou?ã“ filho, filho, filho, filho, amoroso lírio! ilho, quem dá conselho ao meu coração angustiado? Filho de olhos alegres, filho, porque não respondes? Filho, porque te escondes do peito que te aleitou?Quem ensina seu filho ensina não só seu filho, mas também filho de seu filho, e assim por diante até o fim das geraçõesOs meus escritores de referência são Montaigne, Cervantes, o padre António Vieira, Gogol e Kafka. O padre António Vieira era um jesuíta do século XVII. Nunca se escreveu na língua portuguesa com tanta beleza como ele o fez.