Eu escrevo da juventude, do amor, e ter acesso por estes a cantar de forma limpa libertinagem


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Eu quero que o leitor sinta alguma coisa de surpreendente. Não «aquilo que aconteceu» mas a forma como tudo aconteceu. Estes longos pequenos contos que escrevo são a melhor forma de o conseguir, para mim.Escrevo. E pronto.Escrevo porque precisopreciso porque estou tonto.Ninguém tem nada com isso.Escrevo porque amanhece.E as estrelas lá no céuLembram letras no papel,Quando o poema me anoitece.A aranha tece teias.O peixe beija e morde o que vê.Eu escrevo apenas.Tem que ter por quê?Ser poeta é colocar prazer, beleza e sensuais delícias frente e no centro, significa ter uma predileção por libertinagem.O sotaque é um recurso, como usar uma barba. Na minha opinião só deve ser usado quando preciso. Em cenas de amor, de transa, não tem que ter. Fica falso. Mas nada contra o Tony, limpa minha barra com ele, por favor.A luta é confusa; o nosso cavaleiro ganha por nenhum impulso limpa de lança ou espada, mas o dragão de alguma forma tombadilhos para fora, ea democracia decente é vencedor.Para te escrever eu antes me perfumo toda. Eu te conheço todo por te viver toda. Em mim é profunda a vida. As madrugadas vêm me encontrar pálida de ter vivido a noite dos sonhos fundos. Embora às vezes eu sobrenade num raso aparente que tem debaixo de si uma profundidade de azul-escuro quase negro. Por isso te escrevo. Por sopro das grossas algas e no tenro nascente do amor.