Em qualquer circunstância, o sábio não emprega palavras fúteis, nem se deixa levar pelo desejo; a dor e a alegria não o alteram.


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A alegria nunca é constante, nunca é segura. Desprende-se do dia a dia. Não nos deixa neste mundo. A alegria é um estado à parte, que ninguém consegue tornar real. É como um filme em que se está. Mesmo para lembrar a alegria é difícil. Há qualquer coisa na alegria que não cola.Não há embelezador de pele, ou forma, ou comportamento, como o desejo de espalhar alegria e não a dor que nos rodeiaRock and menopausa não se misturam. Não é bom, é uma porcaria e todos os dias eu lutar até a morte, ou, pelo menos, não deixá-lo levar-me.Ele que não é considerável em 20, nem forte em 30, nem rica a 40, nem sábio em 50, nunca vai ser bonito, forte, rico ou sábio.As palavras são moedas. As palavras alienam. A linguagem não é um meio para o desejo. O desejo é o êxtase, não a troca.A recordação da alegria já não é alegria, / Enquanto a da dor é ainda dor.