A delimitação dos cinco sentidos leva-nos apenas a fragmentos da verdade. O transcendente só se alcança pela revelação, não por uma fé burra e cega, mas por aquela que parte de princípios palpáveis como: evidência e lógica, até alcançar o invisível e extraordinário.


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Faltam-nos hoje não apenas mestres da vida interior, mas simplesmente da vida, de uma vida total, de uma existência digna de ser vivida. Faltam cartógrafos e testemunhas do coração humano, dos seus infindos e árduos caminhos, mas também dos nossos quotidianos, onde tudo não é e é extraordinariamente simples. Falta-nos uma nova gramática que concilie no concreto os termos que a nossa cultura tem por inconciliáveis: razão e sensibilidade, eficácia e afetos, individualidade e compromisso social, gestão e compaixão, espiritualidade e sentidos, eternidade e instante. Será que do instante dos sentidos podemos fazer uma mística? Não tenhamos dúvidas: o que está dito permanece ainda por dizer.A maior parte dos professores de religião defendem os dogmas dela não por estarem convencidos da sua verdade, mas por os terem enunciado como verdades uma vez.Toda a credibilidade, toda a boa consciência, toda a evidência da verdade vir apenas a partir dos sentidos.A fé penetra no intelecto, não através dos sentidos simplesmente, mas por uma luz infusa diretamente pela ação de Deus.A emoção é a parte mais bela e a mais “burra” da psique. Ela dá sentido à vida, enaltece a existência, rejuvenesce os idosos, traz esperança para os abatidos e torna ricos os pobres. A emoção é encantadora, mas é destituída de lógica. Excelentes alunos, cientistas, pensadores, executivos, profissionais liberais ou funcionários são derrotados nas suas vidas, não por problemas externos mas pelo caos interno.É bom recordar que somos os únicos responsáveis pela nossa mente, que ninguém nos tapa a boca e que tudo o que não dizemos é apenas condicionado por nós, exclusivamente por nós, pelo medo que criámos, pela subvalorização que nos damos e pela sobrevalorização que damos aos outros.