A bondade de uma coisa criada é a perfeição da sua aptidão para o uso a que serve. Agora que o uso seja particular ou universal.


a-bondade-de-uma-coisa-criada-é-a-perfeição-da-sua-aptidão-para-o-uso-a-serve-agora-o-uso-seja-particular-universal
bondadedeumacoisacriadaperfeiãodasuaaptidãoparausoserveagorasejaparticularuniversalbondade dede umauma coisacoisa criadacriada éperfeição dada suasua aptidãoaptidão parapara oo usoque serveagora queo usouso sejaseja particularparticular ouou universala bondade debondade de umade uma coisauma coisa criadacoisa criada éé a perfeiçãoa perfeição daperfeição da suada sua aptidãosua aptidão paraaptidão para opara o usouso a quea que serveagora que oque o usoo uso sejauso seja particularseja particular ouparticular ou universala bondade de umabondade de uma coisade uma coisa criadauma coisa criada écriada é a perfeiçãoé a perfeição daa perfeição da suaperfeição da sua aptidãoda sua aptidão parasua aptidão para oaptidão para o usoo uso a queuso a que serveagora que o usoque o uso sejao uso seja particularuso seja particular ouseja particular ou universala bondade de uma coisabondade de uma coisa criadade uma coisa criada écoisa criada é a perfeiçãocriada é a perfeição daé a perfeição da suaa perfeição da sua aptidãoperfeição da sua aptidão parada sua aptidão para osua aptidão para o usopara o uso a queo uso a que serveagora que o uso sejaque o uso seja particularo uso seja particular ouuso seja particular ou universal

O uso frequente da astúcia é sinal de pouca inteligência, e quase sempre quem se serve dela para cobrir-se de um lado acaba por se descobrir do outro.Mas na arte acabado da canção o uso de palavras tem nenhuma ligação com o uso de palavras na poesia.Talvez seja o idioma que escolhe os escritores que necessita, fazendo uso deles para que cada pode expressar uma pequena parte do que é.Eu não uso as pessoas para as histórias, eu uso histórias para expressar meus sentimentos pelas pessoas.Parece pretensioso o uso do «eu»; no entanto a forma pessoal é a única que exclui toda a pretensão. Quem a emprega traduz impressões recebidas, não emite sentenças, mas quem se veda o uso do «eu», constitui-se forçosamente num oráculo.A idade da pedra foi marcado pelo uso inteligente do homem de ferramentas brutas; a era da informação, até à data, tem sido marcada por uso bruto do homem de ferramentas inteligentes.